Mostrando entradas con la etiqueta emissões. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta emissões. Mostrar todas las entradas

sábado, 30 de mayo de 2009

COP: DEAL OR NOT DEAL

Leí en el blog de my amigo Tones este post:

"Small World Copenhagen is the new Kyoto. Later this year in Copenhagen the political and economic agents of the planet will decide for you and your progeny what shall be done to prevent a violent change in the planet's weather systems from spiralling out of control. Yes the same people who brought you various world wars, nuclear weapons and genetically engineered food are now to be placidly trusted to save the planet. I think not! This one is too critical to just leave to the policymakers, this is literally the air that we breathe. Time to get personal, what do you think? Check out this excellent guide and pass it on ..."

Bueno! aquí paso el archivo!

martes, 26 de mayo de 2009

***SIGN ON***

From the official weblog of GreenpeaceNZ:

All aboard the good ship Copenhagen

With a BBQ hosted by Lucy Lawless, a lifeboat named Copenhagen, and poem by Rhys Darby titled Global Warning (watch this space for the video) we launched a new campaign called Sign On over the weekend.

With a host of big name climate ambassadors including Stephen Tindall, Geoff Ross, Robyn Malcolm and Francesca Price to name a few, we kicked off what could be our most important campaign to date.

So not the usual Greenpeace approach but these are unusual times.

Climate change is now happening faster than anyone expected. Normally reserved scientists are raising the alarm. In December this year world leaders will gather in Copenhagen to Sign On to a global agreement for action. For NZ to do its bit to help avoid catastrophic impacts, Prime Minister John Key needs to go to Copenhagen and Sign On to reduce New Zealand’s emissions by 40 per cent by 2020.

This is the message the Sign On ambassadors echo and it is what thousands of New Zealanders are already supporting via the Sign On website www.signon.org.nz

We need you to Sign On and we need you to tell your friends and family to Sign On too. This year is our window of opportunity to turn climate change around.

By December we need hundreds of thousands of kiwis standing alongside us and our climate ambassadors in supporting John Key to do the right thing at Copenhagen.




martes, 24 de marzo de 2009

las emisiones en las metropolis brasileras

Metrópoles brasileiras emitem menos gases de efeito estufa - AFRA BALAZINA


Paulistanos e cariocas estão entre os moradores de grandes cidades do mundo que menos emitem gases-estufa, segundo um estudo que comparou 12 metrópoles em três continentes.

Considerando o total de CO2 emitido por habitante, as cidades brasileiras ficaram atrás até mesmo de cidades europeias, consideradas "limpas", e muito atrás de metrópoles norte-americanas e asiáticas.

São Paulo e Rio têm maiores emissões no setor de lixo, mas no setor de transporte elas ficam abaixo das demais analisadas.

Nova York, por exemplo, captura o metano dos aterros sanitários e possui emissão zero em resíduos sólidos.

Em São Paulo, que também capta metano nos aterros Bandeirantes e São João, as emissões desse setor representam 23,6% do total municipal. No Rio, elas representam 36,5%.




O dado não é motivo para comemorar, já que a avaliação não diz respeito à poluição do ar nas cidades --nesse quesito, São Paulo continua entre as piores do mundo, especialmente no setor de transporte.

E o estudo lembra que, no Brasil, as maiores emissões são provenientes de desmatamento e da criação de gado.

Se forem levadas em conta as emissões totais (e não a per capita), as cidades brasileiras estão próximas de Washington e Glasgow. Mas ainda emitem bem menos do que Londres, Nova York e Toronto.

Segundo a pesquisa, publicada no periódico "Environment & Urbanization", as grandes cidades nem sempre são as maiores vilãs do clima. O levantamento mostra que em metrópoles como São Paulo, Londres e Nova York as emissões per capita são bem menores do que a média nacional.

Os nova-iorquinos respondem por menos de um terço da média de emissão dos EUA. Os londrinos, por pouco mais da metade das emissões da média do Reino Unido. Em São Paulo e no Rio, as emissões per capita não chegam a um terço da média brasileira.

O autor do estudo, David Dodman, pesquisador do Instituto Internacional para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, afirma que não há nenhuma ligação fundamental entre a urbanização e altos níveis de emissão de gases-estufa.

"Ao contrário, cidades bem planejadas e bem geridas podem desempenhar um papel central para ajudar a mitigar a mudança climática", diz.

Na Ásia, por exemplo, ele ressalta que a cidade mais rica, Tóquio, tem menores emissões por pessoa do que Pequim ou Xangai. 'Isso mostra que a prosperidade não conduz, inevitavelmente, ao aumento das emissões', diz Dodman.

De acordo com ele, em Londres as emissões de transporte são menores do que na maioria das grandes cidades 'como resultado de alto uso de transporte coletivo, grande investimento em infraestrutura e políticas para promover alternativas ao uso de veículos'.

Vazamento

Os inventários não levam em conta onde os itens são consumidos. Isso pode beneficiar algumas cidades avaliadas, já que muitos processos poluentes de fabricação e com alta emissão de carbono já não estão mais localizados nessas metrópoles, mas em outras partes do mundo em que os salários são mais baixos e há menor rigor ambiental. Esse tipo de "vazamento" é o que torna as emissões chinesas tão altas.

Segundo o consultor Fabio Feldmann, secretário-executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas, essa é uma questão relevante. "Uma usina termelétrica pode estar localizada em outra cidade e sua energia ser usada em São Paulo, por exemplo. A qual delas você atribui a emissão?", questiona.

Ele lembra que, se a região amazônica fosse avaliada, as emissões per capita seriam altíssimas -pois a população é pequena e há muito desmatamento e gado.

O declínio das indústrias nas grandes cidades também explica em parte a situação. No Rio, a proporção das emissões do setor industrial passou de 12% em 1990 para 6,2% em 1998.